Um terceiro aeroporto, façavor!

Rápida declaração do governador Geraldo Alckmin sobre a necessidade antiga de um terceiro aeroporto em São Paulo. (Aqui, na Jovem Pan on Line.)

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Pela moleza de raciocínio do governo federal, capaz de só em 2095 concluírem ser necessária a bagaça.

PS.: Setor aéreo mundial critica a privatização petista. Motivo simples: non ecziste sanduíche de graça. Leia o texto do Estadão:

GENEBRA – A privatização dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília na segunda-feira significará passagens ainda mais caras e maiores impostos para as empresas aéreas. Foi assim que o setor aéreo mundial reagiu ao processo no Brasil, atacando abertamente o governo por ter adotado um modelo que ameaça prejudicar a indústria aérea e ainda não resolver o problema da falta de eficiência dos aeroportos nacionais.

A Iata – entidade que reúne as 280 maiores empresas do mundo – denuncia a falta de transparência no processo e diz que a inflação no preço da compra, comemorado pelo governo, não conseguirá ser compensado apenas com a exploração dos três aeroportos e acabará em novos impostos para os passageiros.

Numa avaliação interna feita pela Iata e obtida pelo Estado, o processo da venda dos aeroportos provocou “forte preocupação” no setor privado. A entidade constatou que o valor das vendas foi muito acima do antecipado, chegando a R$ 24,5 bilhões, contra uma base de R$ 4,45 bilhões. Além disso, os contratos de concessão estipulam investimentos de R$ 16,2 bilhões nos três aeroportos.

Para a Iata, não haverá como recuperar esses recursos apenas na exploração da licença dos aeroportos, e o resultado será maiores impostos para todos. “Mesmo considerando que uma quantidade substancial de recursos pode ser atingida por meio de melhorias na eficiência dos aeroportos, em especial em Guarulhos, é difícil conciliar o montante pago com o potencial de receita”, alertou a entidade. “Essa diferença é de grande preocupação para a indústria”, indicou.

O que preocupa as empresas é o fato de que os impostos sobre combustíveis, sobre o espaço para escritórios e outros serviços “deixam espaço para interpretação”. Na prática, temem que a margem de manobra nesses setores abra a possibilidade de que esses impostos sejam elevados.

Para Perry Flint, chefe de Comunicações Corporativas da Iata nas Américas, um dos temores vem justamente do histórico da empresa sul-africana Acsa, que faz parte do consórcio que venceu a licitação do Aeroporto de Guarulhos. Segundo ele, uma das primeiras medidas dessa companhia na África do Sul foi elevar de forma dramática os impostos quando assumiu nove aeroportos no país há uma década.

Preço alto

Segundo a Iata, o problema dos aeroportos do Brasil não é o fato de que as taxas aeroportuárias são baixas. “O problema é a baixa eficiência”, disse Flint. Um levantamento feito pela indústria revela que, na realidade, Guarulhos está entre os aeroportos mais caros do mundo. Para o pouso e decolagem de um avião A330, Guarulhos cobra taxas que seriam 93% superiores às do Aeroporto de Miami. O aeroporto também é 27,5% mais caro que o movimentado Charles de Gaulle, em Paris. Em comparação com o Aeroporto de Cingapura, Guarulhos é 2,5 vezes mais caro.

“É por isso que vamos monitorar essas negociações entre os operadores e os usuários”, alertou Flint. Segundo ele, porém, não ajuda o fato de o governo ser o mesmo tempo o regulador dos aeroportos e ainda receber parte dos lucros. “Isso dará margem para muita coisa. Antes e durante o processo de concessão, a Iata expressou suas preocupações em relação à estrutura da privatização, que deixa o governo na posição de ser parceiro dos novos proprietários e regulador.”

Transparência

Os problemas não se limitam aos impostos. Para as empresas, se elas serão taxadas, queriam pelo menos ser consultadas no processo. Mas nada disso ocorreu, segundo a Iata, que agora acusa o processo de “não ter sido transparente”.

“Uma das grandes preocupações para o futuro é a falta de transparência e a falta de participação de empresas nos processoa de regulação econômica, nos planos financeiros e no desenvolvimento de taxas”, disse.

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10 Responses to Um terceiro aeroporto, façavor!

  1. Fábio Mayer says:

    Em verdade, a tradução usou o termo “impostos” quando deveria usar “taxas”, porque impostos não podem ser cobrados por empresas privadas.

    Mas é interessante notar que as privatizações do PT seguem o mesmo padrão das do PSDB. Será que um jornalista qualquer fará algum livro com o título “Privataria Petista” em futuro próximo?

    O governo federal põe a mão numa bolada de 20 e tantos bilhões de reais e faz o que com eles? Resposta: NADA, o dinheiro simplesmente some em meio a orçamentos mal elaborados e pior que isso, não vinculantes, exatamente como nos tempos tucanos, com a diferença que os tucanos ainda tinham a desculpa de usar a grana para quitar(?) dívidas federais.

    Em um país efetivamente sério, esse dinheiro todo seria investido no sistema aeroportuário que, afinal, continua patrimônio do Estado. Ele poderia ser usado como linhas de crédito para reaplicação no sistema pelas operadoras, e investimento puro e simples pela INFRAERO em outros terminais. Mas o que estamos vendo já hoje é uma luta no governo, para ver qual órgão (e no fim das contas, quem) ficará com a bolada.

    E sobre o 3º terminal de SP, falou-se nos tempos de Jobim que ele custaria um valor em torno de 15 bilhões… ou seja, já dava para, com essa bolada, no mínimo começar as obras… mas em um país de governos incompetentes e politiqueiros, isso é só sonho.

  2. Dawran Numida says:

    Interessante que há uma bajulação pelo avesso.
    Primeiro, que quem acreditava ser o governo desde 2003, contrário à privatização deve ser lembrado que nada foi reestatizado a partir de 2003.
    Segundo, quem acreditava que o governmo seria contra o capitalismo, o regime econômico não foi sequer discutido, exceto eleitoralmente.
    Terceiro, conforme o post, o processo, com cerca de R$ 20 bilhões de ágio, é muito elevado, ou atingiu montante muito elevado.
    Quarto, como recuperar ágio de tal tamanho e investir mais cerca de R$ 16 bilhões?
    Quinto, a economia está oligopolizada e em alguns setores, com importante participação de recursos públicos, via BNDES.
    Ou seja, será que agora vai ter aviões nos aeroportos, saindo no horário?
    Vai melhor a comida das praças de alimentação, sanitários melhores, lugares suficientes para encostar a caveira e as malas, segurança dentro e nas imediações…?

    Já um terceiro aeroporto em São Paulo, neste momento, melhor esperar. Se fosse para tirar Congonhas dali e colocá-lo em outro lugar, talvez. Mesmo assim, esperar.

  3. Leticia says:

    Nem me fale em tradução xumbrega, Fábio! Nem me fale!

    Meninos, e ainda tem a diferença entre privatizações. Você vender uma empresa traste porque ela só dá preju é uma coisa. Vender aeroporto com potencial a curto prazo é bem outra. Não que não ache que deva ser atribuição de governo federal. Mas rolou um atestado de incompetência, aí, não? Deveria ter acontecido antes.

    E, boa pergunta: pra onde vai essa grana toda? Pra mim, já está devidamente loteada.

    Dawran, tem demanda esquecida no interior. Governo federal, de maneira geral, não olha pra isso. Por isso acho que devia deixar o governo estadual fazer.

  4. Marcelo says:

    Privatização de petista é para desconfiar. Estavam na disputas as administradoras do aeroporto de Frankfurt e Cingapura – o melhor aeroporto onde já estive – e ganharam uma empresa argentina (administra o novo aeroporto de Montevideo que é muito legal mas o do tamanho do de Curitiba…), uma francesa que opera terminais de pequeno porte e outra da Africa do Sul. Sim, o aeroporto de Johannesburgo é melhor que o de Guarulhos mas está longe de ser topo de linha. Vamos ver…

  5. Claudio says:

    O problema é que não estão previstas melhorias, ou não foram bem explicitadas. Tudo meio vago, bem do jeitão pestista. E bem diferente do processo de concessão nas estradas paulistas, que previam a segunda pista da Imigrantes, a extensão da rodovia dos Bandeirantes, etc. Obras que foram exemplarmente executadas e melhoraram muito a vida dos usuários.

    E o Geraldo Alckmim, como sempre, deixa a desejar, não é? Ao invés de dizer as verdades sobre as picaretagens petistas, ainda dá uma forcinha ao partido, citando o aerotrem da Dilma. Até o apresentador do jornal acaba dando um puxãozinho de orelhas no governador num comentário final. O PSDB é bom de governo, mas muito, muito ruim de oposição. Ontem mesmo eu vi o Mercadante dizer que o alto indice de
    crianças fora da escola se dá por falta de creches. Creches? Putz, Dilma prometeu construir mais de três mil. É ou não é lamentável a falta de oposição?

  6. Luiz Schuwinski says:

    É uma “privatização” capenga. Faz a concessão, mas ainda fica com 49%!
    O governo não tem competência e ainda quer ser sócio?
    À Infraero caberia apenas o setor fiscalizatório.

    Falando em Curitiba…
    Vamos ver se agora a 3ª pista do aeroporto daqui, sai. Falta de grana não vai ser desculpa.

    Agora, não há dúvida que as concessionárias vão deitar e rolar em cima das altas taxas.
    Vide o sistema bancário que cobra o juro que quer impunemente.

  7. Maria Edi says:

    “Para o pouso e decolagem de um avião A330, Guarulhos cobra taxas que seriam 93% superiores às do Aeroporto de Miami.”
    Engraçado vocês falarem nisso. Eu fechei uma passagem agora em outubro e olha só que gracinha: pago R$ 128,00 de taxa de embarque, aqui e R$ 38,00 de taxa de embarque “lá fora”. E, convenhamos, perto de alguns aeroportos por aí, Cumbica parece um daqueles aeroportos que o pessoal tem de espantar as galinhas e cabras, quando um avião vai pousar … Argh!!

  8. Leticia says:

    Acho que vai ficar tudo com a cara da rodoviária de Cruzeiro… Não tem o lance das coxinhas? Pois é.

  9. Fábio Mayer says:

    Com essa privatização que mantém 49% em poder da Infraero, teremos o pior dos mundos, que são empresas privadas servindo de cabide de emprego para apadrinhados de políticos. É a receita para:

    a) A empresa quebrar;
    b) O Judiciário ficar entulhado de processos sobre coisas comezinhas;
    c) O serviço sofrer paralisação e/ou incompetência.

    Privatizar é caminho sem volta e sem porcentagem. Ou privatiza, exige resultados e aplica a lei em sua inteireza, ou deixa com o Estado para se manter a letargia pública de sempre, os funcionários de má-vontade, a burocracia insana, os processos administrativos que nunca decidem nada… meio termo não existe!

  10. Dawran Numida says:

    É o que já foi dito lá em cima. Esperar é melhor. Tanto o resultado do processo de privatização como um outro aeroporto em São Paulo. Ainda há mais dúvidas do que certezas sobre a privatização. São cerca de R$ 20 bi de ágio e cerca de R$ 16 bi em investimentos. A Infraero continua como um majoritário e o BNDES parece ser mais um a estar no jogo. Assim, é bom esperar.

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