
Agora quem morreu fui eu.
Kevin Costner comparecerá às cerimônias fúnebres de Whitney Houston e poderá até fazer um discurso.
Verei a cerimônia baptista amanhã. Deve ser digna.
O duro vai ser ver KC agora.

Agora quem morreu fui eu.
Kevin Costner comparecerá às cerimônias fúnebres de Whitney Houston e poderá até fazer um discurso.
Verei a cerimônia baptista amanhã. Deve ser digna.
O duro vai ser ver KC agora.
A música “The Greatest Love of all”, com Whitney Houston, ao vivo ou não, a ver, mas parece ser a melhor do repertório. E este, não era bom não.
A música desse cidadão ai, tal de guarda costas, no bico do corvo, tocou e grudou que engruvinhava na cuca de monte. Êita coisa grudenta.
Todas engruvinharam, Dawran.
Mas dar uma conferidinha em KC não me parece tarefa dolorosa, não.
I Will Always Love You – Esta música levou duas inglesas, tempos atrás, quase à loucura! Uma vizinha delas repetia essa canção dezenas de vezes ao dia.
Dizem que se você pronunciar o nome ‘Houston’ na frente delas, elas começam a ter ataques convulsivos!
Eu lembro desse caso, Schu. Imagina a louca! Perturbou a vizinhança inteira.
Kevin Costner tem alguma coisa que as pessoas NÃO gostam; por que será? É muito careta? Muito republicano? Muito americano? Não sei. Sei que há esse fetiche desde, pelo menos, Dança com Lobos, inclusive na própria imprensa cinematográfica; lembro que quando ele estrelou e produziu aquele desastre, Waterworld, a imprensa do setor não conseguiu disfarçar a alegria. Pessoalmente, acho que entre um Waterworld e um O Guarda-Costas, KC fez bons filmes, sim. Por algum motivo, antigamente eu vivia confundinto KC com Dennis Quaid.
É que Kelllllvin (assim dizia uma senhora que conheci. O netchinho ficou Kelvin em homenagem) não tem aquele borogodó.
O que vem a ser borogodó para a imprensa? Encher a cara em boate, ter casamentos abertos aos flashes, xingar os paparazzi, cheirar cocaína, ser acusado de pedofilia, falir e morrer. Nada disso aconteceu com KC. Então, não dá caldo, entende?
E, não, não o confundo com Dennis Quaid dijeitmanêra!
Na época de “Os Intocáveis”, ele andava no meu caderno da universidade. (tenho uma desculpa psicológica: dizem que 0o que você não vive direito volta para te assombrar.) Ele era MUITO BONITO! – depois de um tempão de atores “feios-charmosos”.
E a música do “Guarda-Costas” ficou famosa por causa de um sujeito de um dos primeiros BBB que cantava – e mal prá burro!
Na época eu tinha uma vaga ideia, porque o filme fez um supersucesso e essa música era só o que se ouvia. Mas não fui ver. Só muito tempo depois.
Tem razão, é coisa não resolvida, porque só achei ele lindo de morrer com muito atraso.
Bonito de agora é aquele mediquinho que o espírito da mulher vem e ele trabalha em uma clínica do SUS em NY. Naquele filme que ele fez, da menina maluquinha louca pra punir pedófilos, ele estava muito novinho e não tinha graça nenhuma.
Kevin Costner e Dennis Quaid são meio parecidos, e são da mesma geração, mas acho que eu os confundia por um motivo meio subconsciente: é que ambos fizeram filmes com beisebol no tema ou subtema.
Quanto a I Always Love You, esqueçamos aquela gritaria desgraçada com Whitney Houston e fiquemos com a versão original, da autora Dolly Parton.
Aqui, http://www.youtube.com/watch?v=CIQpgSx65po&feature=related
Mas deve ser só por isso MESMO, Refer!
A interpretação da Dolly Parton eu gosto. É comovente de singela. Como toda versão original.
Gente, eu fico imaginando a Dolly Parton de cabelo molhado… É possível?
O que impressiona na Dolly é o cabelão a la ‘Leão da Metro’ e o tamanho da “comissão-de-frente”! Essa sim, usava a expressão “meter os peitos” ao pé da letra!Hehehe!
Mas, quando era jovem não era de se jogar fora! Era uma gatona!
Olha, existe algo piro dol que Dolly Parton: ela em duetos com Willy Nelson, ela em dueto com Kenny Rogers.
Já o Kevin Costner, quando há necessidade de uma cadeira em cena, coloca o Kevin Costner. Pode ser qualquer cena, de violência, de romance, de ação etc. a cara dele é a mesma, a expressão corporal é a mesma. Tal qual uma cadeira em cena. E ai, dá para colocar com a mesma qualidade e características também, Nicolas Cage, Bruce Willys, Arnold Schwarzenegger…
Era tudo que eu queria saber! Morry também…
Schu, só de olhar já dá calor! Não deve ser fácil de carregar.
Dawran, AINDA BEM que a cara é a mesma, tudo é o mesmo.
Né, Raquel? Não sei se você viu o serviço. Vi uns pedaços, mas foi tudo comme il faut, um troço que brasileiro custa a entender porque demooooooora e é sério. O final bacana, com os rapazes carregando o caixão dourado nos ombros, inaugura oficialmente o deslumbre funerário no Brasil.