Morry!

Agora quem morreu fui eu.

Kevin Costner comparecerá às cerimônias fúnebres de Whitney Houston e poderá até fazer um discurso.

Verei a cerimônia baptista amanhã. Deve ser digna.

O duro vai ser ver KC agora.

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15 Responses to Morry!

  1. Dawran Numida says:

    A música “The Greatest Love of all”, com Whitney Houston, ao vivo ou não, a ver, mas parece ser a melhor do repertório. E este, não era bom não.
    A música desse cidadão ai, tal de guarda costas, no bico do corvo, tocou e grudou que engruvinhava na cuca de monte. Êita coisa grudenta.

  2. Leticia says:

    Todas engruvinharam, Dawran.

    Mas dar uma conferidinha em KC não me parece tarefa dolorosa, não.

  3. Luiz Schuwinski says:

    I Will Always Love You – Esta música levou duas inglesas, tempos atrás, quase à loucura! Uma vizinha delas repetia essa canção dezenas de vezes ao dia.
    Dizem que se você pronunciar o nome ‘Houston’ na frente delas, elas começam a ter ataques convulsivos!

  4. Leticia says:

    Eu lembro desse caso, Schu. Imagina a louca! Perturbou a vizinhança inteira.

  5. Refer says:

    Kevin Costner tem alguma coisa que as pessoas NÃO gostam; por que será? É muito careta? Muito republicano? Muito americano? Não sei. Sei que há esse fetiche desde, pelo menos, Dança com Lobos, inclusive na própria imprensa cinematográfica; lembro que quando ele estrelou e produziu aquele desastre, Waterworld, a imprensa do setor não conseguiu disfarçar a alegria. Pessoalmente, acho que entre um Waterworld e um O Guarda-Costas, KC fez bons filmes, sim. Por algum motivo, antigamente eu vivia confundinto KC com Dennis Quaid.

  6. Leticia says:

    É que Kelllllvin (assim dizia uma senhora que conheci. O netchinho ficou Kelvin em homenagem) não tem aquele borogodó.

    O que vem a ser borogodó para a imprensa? Encher a cara em boate, ter casamentos abertos aos flashes, xingar os paparazzi, cheirar cocaína, ser acusado de pedofilia, falir e morrer. Nada disso aconteceu com KC. Então, não dá caldo, entende?

    E, não, não o confundo com Dennis Quaid dijeitmanêra!

  7. Maria Edi says:

    Na época de “Os Intocáveis”, ele andava no meu caderno da universidade. (tenho uma desculpa psicológica: dizem que 0o que você não vive direito volta para te assombrar.) Ele era MUITO BONITO! – depois de um tempão de atores “feios-charmosos”.
    E a música do “Guarda-Costas” ficou famosa por causa de um sujeito de um dos primeiros BBB que cantava – e mal prá burro!

  8. Leticia says:

    Na época eu tinha uma vaga ideia, porque o filme fez um supersucesso e essa música era só o que se ouvia. Mas não fui ver. Só muito tempo depois.

    Tem razão, é coisa não resolvida, porque só achei ele lindo de morrer com muito atraso.

    Bonito de agora é aquele mediquinho que o espírito da mulher vem e ele trabalha em uma clínica do SUS em NY. Naquele filme que ele fez, da menina maluquinha louca pra punir pedófilos, ele estava muito novinho e não tinha graça nenhuma.

  9. Refer says:

    Kevin Costner e Dennis Quaid são meio parecidos, e são da mesma geração, mas acho que eu os confundia por um motivo meio subconsciente: é que ambos fizeram filmes com beisebol no tema ou subtema.

    Quanto a I Always Love You, esqueçamos aquela gritaria desgraçada com Whitney Houston e fiquemos com a versão original, da autora Dolly Parton.

    Aqui, http://www.youtube.com/watch?v=CIQpgSx65po&feature=related

  10. Leticia says:

    Mas deve ser só por isso MESMO, Refer!

    A interpretação da Dolly Parton eu gosto. É comovente de singela. Como toda versão original.

  11. Leticia says:

    Gente, eu fico imaginando a Dolly Parton de cabelo molhado… É possível?

  12. Luiz Schuwinski says:

    O que impressiona na Dolly é o cabelão a la ‘Leão da Metro’ e o tamanho da “comissão-de-frente”! Essa sim, usava a expressão “meter os peitos” ao pé da letra!Hehehe!
    Mas, quando era jovem não era de se jogar fora! Era uma gatona!

  13. Dawran Numida says:

    Olha, existe algo piro dol que Dolly Parton: ela em duetos com Willy Nelson, ela em dueto com Kenny Rogers.

    Já o Kevin Costner, quando há necessidade de uma cadeira em cena, coloca o Kevin Costner. Pode ser qualquer cena, de violência, de romance, de ação etc. a cara dele é a mesma, a expressão corporal é a mesma. Tal qual uma cadeira em cena. E ai, dá para colocar com a mesma qualidade e características também, Nicolas Cage, Bruce Willys, Arnold Schwarzenegger…

  14. Raquel says:

    Era tudo que eu queria saber! Morry também…

  15. Leticia says:

    Schu, só de olhar já dá calor! Não deve ser fácil de carregar.

    Dawran, AINDA BEM que a cara é a mesma, tudo é o mesmo.

    Né, Raquel? Não sei se você viu o serviço. Vi uns pedaços, mas foi tudo comme il faut, um troço que brasileiro custa a entender porque demooooooora e é sério. O final bacana, com os rapazes carregando o caixão dourado nos ombros, inaugura oficialmente o deslumbre funerário no Brasil.

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