A mulé no metrô de Londres implicando com paquistaneses que estavam na deles. Não fizeram nada e a louca começou a reclamar da presença estrangeira, debulhando todo o esplendor de seu antiquíssimo extrato social.
Um homem que filmava tudo e a interpelou e se disse britânico. Ela não quis nem saber. Continuou a desfiar seu conceito muito particular de UK, em linguajar que faria corar a mais pacata velhinha de Chinatown.



Aaiii… Nem me fale em Moll Flanders (not Flandres) que me vem à mente os seios de Kim Novak explodindo no decote cada vez que ela se enfurecia.
E eu ali, adolescente ainda, hormônios fervendo, tentando me controlar numa das poltronas rangentes do Cine Ipiranga.
Putz! Corrigi, obrigada, Refer. Tinha algo errado aí, mas nem olhei muito e publiquei.
Logo a chapinha Mollileide Aparecida, um ser social AND antropológico tão rico, e você vem me falar em peitos explodindo no decote? No Cine Ipiranga?
Brincadeirinha…
Imaginem quando ela souber que o Brasil passou o UK em PIB?…hehehehe…
E se ela estivesse numa condução Parque D. Pedro, Itaim Paulista?…hehehehe…
Pô! Pra mim essa inglesa tá precisando de umas boas “chineladas”, se é que me entendem…
Se o paquistanês desse uma assopradinha no ouvido dela, a barraqueira ‘entregava o ouro’! HeHe!
Deve ser ‘mina’ de algum mano skinhead broxado. Só de “fucking” contei 435!!!
Tadinha, ela ainda pensa que existe o Império Britânico! Não percebeu que o mundo e as economias estão mudando e se transformando, e que a Inglaterra não é mais a cereja do bolo.
É que (vou tentar resumir) busto arfante é fundamental — se sobrepõe a qual outro movimento — e se disse movimento, disse-o muito bem. Três grandes e arfantes exemplos cinematográficos: Kim Novak em ‘Moll Flanders’, Sophia Loren em ‘A Lenda da Estátua Desnuda’ e Glenn Close em ‘Ligações Perigosas’.
Não sei se são arfantes, mas tem também o busto de Anita Ekberg em La Dolce Vita. Aí, mizifio, cabe a nosotros ficarmos arfantes!
Certamente ela acredita que “Enoch was right”…
Né, Dawran? Detail: aqui seria estrangeira.
Mas que boca suja, Schu! Fico aqui a pensar que tipo de britânico ela imagina representar… Me lembra certos grupos perifericos aqui de SP, que arrotam o nativismo como valor em si, pra lá de duvidoso.
É, Iolita, mas é a cereja do bolo pra muita gente que decidiu largar a miséria em que vivia em busca de uma vida melhor. Mesmo baqueadinho, o UK ainda é um luxo.
Eu estava brincando, Refer! Pode falar á vontade dos peitos incontidos e arfantes. E você também, Schu!
Marcelo, Enoch vive, tal como Lacerda para boa parte das velhinhas cariocas: “No tempo do Lacerda é que era bom”.
Quero deixar claro aqui que defendo o imigrante como indivíduo livre para fazer suas escolhas de vida. E que venham os haitianos…
Mas, Leticia, ela poderia ser uma aderida ao estilão local e passaria despercebida como estranja…O sotaque seria um diferencial, ainda mais se chamasse Kate…hehehehe…
Deus me livre, Dawran! O que temos já está de bom tamanho. Cada país com sua cota de fino estrato, né?