Tulio Sergio Vasques

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Tulio morreu na última sexta-feira, em Chapel Hill, North Carolina. Pelo que Denise me confirmou, a primavera era o inferno para ele, por causa da alergia a pólen. E por isso ele abusava da bombinha de asma. Daí…

Conheci Tulio na Rádio Copacabana. Imagina, eu, uma fedelha, era chefe dele. Era tão fedelha que não tinha esse plá que tanta gente tem de ser “chefe”. Vivíamos no melhor dos mundos, eu e mais meia dúzia de moleques (incluindo ele). Moleques no melhor sentido. Todo mundo responsável, todo mundo alegre, todo mundo novinho em folha.

Nessa mesma época é que o Tulio encasquetou de ir para os EUA. Pela minha podre memória, foi fazer uma turnê com os Paralamas, voltou, foi, voltou e aportou por lá. Primeiro a Flórida, depois definitivamente em Chapel Hill.

De lá para cá, ele e Cláudia tiveram as meninas - Thara e Luna. Nesse meio-tempo, fotos vinham primeiro no papel, depois digitais. Todas guardadas. E suas atividades em CH, além da fotografia: liderança da comunidade brasileira, “The Twenty Five Hours Handy Man”, o jornalismo…

Qualquer pessoa que conviva comigo SABE que, toda vez que vejo uma mulher exuberante demais na rua, balbucio um “gostoooooooosa”, com aquela voz cavernosa de pedreiro tarado. Coisas do Tulio.

Coisas dele também a tatuagem de cobra no tornozelo. “Quem quer ver a cobra do Tulio?”, frisson que um dia moveu aquelas garotinhas universalettes da rádio. Todas crentes. A maioria acabou vendo mesmo foi a cobra de um pastor: fui a quase todos os casamentos das fofas.

A camiseta do Maiakóvski que ele fez pra mim e que usei até desintegrar. Outra camiseta com um trocadilho com “Taylor” (não lembro qual) e que tb. usei horrores. Um monte de recadinhos, gozações, gentilezas (do Tulio e de todos os meninos), que não escaneio agora por preguiça. Depois, as vindas ao Brasil (ele ia a Passa Quatro, via meus pais, e quase nunca dava as caras em SP).

Cremação. Cinzas em Trancoso. (Suspiro.)

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