Petê Rissati (tunguei inclusive o título), a respeito da falta de noção geral, que só não paga mico maior porque o Brasil, sabe como é…
Sabe aquilo? Fulanildo, jornalista, consultor de feng-shui, fotógrafo, pintor, tradutor e ator social em projetos multimídia? Um trecho:
[...] Pois eu não advogo nas horas vagas, nem opero vesículas quando tenho uma folga na minha agenda. Muito menos subo no palco de uma peça pra fazer algo que não sei, do qual tenho ciência de que preciso estudar, me esforçar, aprender, treinar para poder dar a minha cara a tapa. Nem tento dirigir um filme por que me deu na telha ou a convite de um amigo. [...] (íntegra)



Esse amadorismo brasileiro é o que mais espanta o capital estrangeiro do Brasil.
Incrível, hoje mesmo estava em reunião com “us zamericanus” diretores da empresa e eles estavam se queixando dessa falta de comprometimentos do brasileiro, desse “deixa que eu faço” sem ter a menor idéia e nem ao menos ter tido o trabalho de ler o manual e atrapalhando quem sabe fazer. Segundo eles, aí está a motivação para levar o desenvolvimento de trabalho para a Índia.
Fora as profissões que a mídia inventa. Tipo, “Zé Zão, playboy, agitador cultural e intelectual é casado com a socialite e promoter Maria Zinha”.
De todas, a mais fictícia de todas é o “intelectual”.
Malu, rindo aqui… Eu acho que os Brics deviam largar a legibilidade e mudar pra “Ircsb”, com o B por último mesmo…
Refer, “agitador cultural” é um clássico! E intelectual tb. Tão voláteis quanto a bichinha personal stylist…