A boazuda da Tijuca

Leio na Folha que a minissérie “As cariocas”, inspirada em livro de mesmo título de Sérgio Porto terá tudo, menos cariocas.

Até aí, belê! O que me atrai na produção é que foi mantido o charme do livro, com títulos fantásticos como A iludida de Copacabana (Alessandra Negrini), A desinibida do Grajaú (Grazi Massafera) e last but not least, A vingativa do Méier (Adriana Esteves, mas bem que poderia ser euzinha mesmo).

  • Foto (Ique Esteves, TV Grôbo, via Folha): Alinne Moraes, A noiva do Catete. Orrrrrrrrrnô, não é mesmo? No doce mundo dos estereótipos, ninguém diz que a menina é paulista… (E que filtrão azul é esse que invadiu até a areia?)
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13 Responses to A boazuda da Tijuca

  1. Cleiton says:

    A beiçuda de Sorocaba fazendo papel de carioca com o mesmo chapéu que a Cristiane Torloni usa em todas as cenas tipo “beira de piscina”? Ornô, sim.

  2. Ricardo says:

    Aline… (suspiros)

  3. Moema says:

    O negocio funciona a base de quem da’ mais IBOPE e nao da origem, e portanto quem teria mais naturalmente os trejeitos. Alem do que, hoje em dia, esta tudo tao pasteurizado que nao faz mais tanta diferenca.

  4. Leticia says:

    Cleiton, aquela coisa Manoel Carlos…

    Ricardo, preciso voltar com as paulistanas da gema para rapazes suspirosos… mas aí tem a contrapartida feminina, não? Podeixá que vou fazer uma seleção.

    Verdade, Moema. Tirando as caipirudas da Festa de Barretos…

  5. Fábio Mayer says:

    A Grazi Massafera é paranaense de Jacarezinho… tem sotaque que puxa o R e fala dando soquinhos nas palaras como todo paranaense que se preza.

    Mas em pouco vai virar carioca como a Alinne MOrais que, é boa atriz, embora seu papel na ultima novela tenha sido horroroso!

  6. Cfe says:

    A vingativa do Méier…

    Hehehehe

  7. Leticia says:

    Cfe, como não? Você SABE do que estou falando…., hehe!

  8. cfe says:

    No meio da confusão, entre as “madame” e as do “shortinho com a bochecha de fora”, sua alvura chamava a atenção mas contrastava com o semblante pesado, por debaixo dos fios de cabelos ondulados.

    Debruçada no balcão da Rainha, enquanto tomava um suco, planejava seu intento: aquilo não ficaria assim…

    Uma buzina mais intensa a fez acordar de seu sono em pé: já acabara o líquido. Levantou-se e foi embora para casa movendo os lábios num monólogo de um sentimento só: ultraje.

  9. Leticia says:

    No meio do caminho, pensou melhor e deu meia-volta: iriam, sim, resolver aquela pendenga agora, e se dirigiu para a Galeria Oxford.

  10. Cfe says:

    Tão concentrada que estava, mal reparou no mendigo que lhe pediu esmola. Supreendida pelo inesperado pedido abre a bolsa e retira um nota de valor alto, entregando-a ao pobre homem, que perante tal agradece e louva o presente.

    O episódio puxa-a a realidade e pergunta a si mesma se estará num estado capaz de tomar decisões e ponderar. Permanece parada na banca de jornais quase em frente a galeria enquanto hesita a decisão a tomar.

  11. Leticia says:

    Dirige-se, então, ao Jardim do Méier. (será esse o fim da linha?)

  12. cfe says:

    Poxa,

    Que jardim o que!

    Pensava que ela ia aceitar a cantada do médico dela que aparecera em sua frente, mas pronto foi no jardim e no caminho foi atropelada ao atravesar a rua. Foi para o Salgado Filho e morreu.

  13. Leticia says:

    Rindo frouxa…. Permita-me um comentário: “Ir para o Salgado Filho e morrer” é redundância….

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