Minha fina e elegante amiga Denise Bottmann em entrevista a Maíra Menezes no Revista CBN, ici.
E reproduzo comentário do Marcelo a post desta semana, que resume tudo:
[...]
Digo isso porque trabalho em uma editora (grande, por sinal) e dia sim e outro também somos vítimas de plágio (e olha que nem se trata de tradução, o “copia e cola” é no vernáculo nacional mesmo!).
Quando é detectada uma coisa dessas, não se pensa duas vezes: o livro ou revista é recolhido, é feita uma reimpressão e uma nota explicando para consumidores e assinantes o que aconteceu. Empresa séria trabalha desse jeito. Qualquer editora está sujeita a este tipo de prática. A diferença é que quem preza seu nome no mercado assume o erro e tenta corrigi-lo. Picaretas de plantão fazem do plágio meio de vida.



Ouvi a entrevista.
Denise Bottmann foi incisiva, quem ouviu a entrevista se convenceu de que o trabalho dela nada tem de perseguição contra quem quer que seja, mas apenas de proteção à profissão que abraçou.
É a tal coisa: eu sou advogado. Se eu constatar alguém usando o OAB de um colega falecido, certamente vou denunciar e isso acabará em processo de exercício ilegal de profissão. A Denise está fazendo a mesma coisa…
É, Fábio, mas seria muito mais interessante e civilizado se a editora aceitasse o apontamento e corrigisse seu erro. A Martin Claret, por exemplo, anda pianinho.
A maioria civilizada faz isso, por que algumas não podem fazer? E ainda por cima ficar jogando mentiras pra torcida? Isso não é comportamento, por mais direito que a criatura tenha de usar dos meios legais.
Como a própria Denise já disse, é a sanha pelo lucro fácil…