Hoje São Paulo faz 456 anos. Data digna de comemoração, por que não?
Deveria ser muito importante cada um amar e valorizar sua cidade.
Uma vez conversava sobre isso com uma amiga: ela dizia que, em qualquer viagem, por melhor que fosse, quando na volta divisava o skyline de São Paulo, na rodovia ou no avião, lhe batia a boa sensação de estar voltando à sua terra. E pensava consigo: esta é a MINHA cidade! Uma saudade quase como a o migrante que volta a suas origens.
Sinto a mesmíssima coisa: esta é a MINHA cidade. A rotina que tenho em São Paulo é cara, querida, ansiada quando ausente. Valorizo muito o envoltório que a cidade de me dá, e sinto falta dele quando não estou aqui.
É como quando você reencontra a pessoa que ama: ela pode ter mil defeitos, o tempo pode ter passado muito ou pouco, você pode encontrá-la numa situação desfavorável ou não. Não interessa. Você a ama de qualquer maneira. Tudo de bom que há na relação se sobrepõe a qualquer problema.
É isso com São Paulo. Nem que ela fosse aquela imagem escura e poluída de umas décadas atrás. Nem que não tivesse melhorado tanto.
Então, parabéns, São Paulo! Parabéns a mim, a você, a todo mundo que ama incondicionalmente a cidade e tem respeito e admiração por ela.
PS.: Pouco depois de postar este texto, uma (outra) amiga me ligou pra gente marcar alguma coisa e dizer que ela também pensa consigo: “Esta é a MINHA cidade”. Detail: ela não é (não era!) daqui.
Touché, chapinha! É assim que se faz. Primeiro conquistou pra depois desfrutar.
Ao resto, que se achou, tentou inverter a ordem das coisas e se lascou, meu sonoro parabéns!



Na infância eu acordava todos os dias ao som desta música. Papai aumentava o som do rádio e entrava cantando no meu quarto pra me acordar.
Não tinha jeito de crescer sem amar esta cidade.
Parabéns para nossa São Paulo querida.
E, pra muita gente, não tinha jeito de crescer sem odiar essa música. Mas, pelo jeito, isso não aconteceu com você. Nem comigo! Feliz aniversário pra você também, Betinho!
Boa lembrança musical.
Era na Jovem Pan que o locutor ia dizendo a hora de minutos em minutos? Um dizia as horas e o outro logo em seguida ordenava: “repita”.
“São 7 horas e 22 minutos”. E aí um outro dizia: “repita”. Quando coincidia do ponteiro virar no curto espaço de tempo do “repita”, então se ouvia: “7 horas e 23 minutos”.
Eu tinha uma rotina matinal pautada pela locução da contagem da passagem do tempo pelo que ia ouvindo no rádio. Por exemplo, sabia que tinha um prazo limite para escovar os dentes, sob pena de me atrasar para o que vinha depois.
É, Paulo. Esse “repita” era tão peremptório e agressivo…
E essa coisa matinal, de fazer tudo com os minutos contados, eu odeeeeeeio!!!!!!
Gosto demais de Billy Blanco, aquelas musiquinhas cheias de humor, A Banca do Distinto, Mocinho Bonito, Estatuto de Gafieira. (além da Sinfonia do Rio de Janeiro) Billy fez a Sinfonia de Belém (é paraense), que eu nunca ouvi. Nem sei se existe gravada.
Eu sempre amei essa cidade. Mesmo muito antes de vir morar aqui, sempre dizia: um dia vou morar em São Paulo. Era muito estranho, pois cada vez que eu vinha pra cá visitar os amigos, quando voltava a sensação que tinha é que estava saindo do meu lugar. A cidade em que cresci pra mim não era minha casa. Esquisito né.. Enfim, demorei mais cheguei!
Denise, fui lá no seu blog e vi que você fotografou um pouco da Cow Parade, que legal!
Que bom que você gosta de São Paulo assim, por adoção! Que seja sempre muito feliz aqui!
Leticia, eu ia fotografar mais, mas a chuva melou um pouco o passeio hehehe… Mas quero fotografar outras, mas dessa vez de manhã, pois de tarde infelizmente o tempo virou uma incógnita!
Valeu pelos votos de felicidade. Estou muito feliz aqui, e espero continuar assim
[]s
Toc! Toc! Toc! Quem assim seja, Denise!