
Mais: se os móveis novos não estiverem de acordo com as trends, reclame.
O governo troca.
(Angelo da Cia. está nos meus links.)

Mais: se os móveis novos não estiverem de acordo com as trends, reclame.
O governo troca.
(Angelo da Cia. está nos meus links.)
Pior que esse e’ o caminho, ne’ ?
Nao da’ nem para falar.
Vâmulá, Moema! A gente para de bancar a idiota e parte para a ocupação de resultados. E depois abre uma associação…
É aquilo que disse no último comentário que lembrei quão questionável é (pra citar exemplo) a iniciativa do Luciano Huck de restaurar barraco em TV aberta. Blz, o barraco agora tem TV, rádio, PC… Mas tem relógio de luz, relógio de água e TV a cabo paga?
Acho que tá na hora da classe média protestar contra essas babaquices, em vez de ficar chorando como se papai do céu tivesse jogado o barraco do barranco só de maldade.
Abs,
Totonho
Por essas e outras é que SP é o sonho de vida de dez entre dez miseráveis deste país.
Nada contra quem vem pra cá trabalhar, mas ultimamente anda mais fácil progredir sem trabalho do que trabalhando por aqui.
Totonho, isso me lembra um filme (não me pergunte o título) em que o personagem interpretado pelo Otávio Augusto, pobre de tudo, ganha um carrão num concurso/sorteio. Manter um bem acima de suas possibilidades se torna tão impossível que, no caso do filme, a família foi morar dentro do automóvel. Nem me incomodo com esses programas. Pelo menos lá a grana despendida é privada. Além disso, não dá nem três meses e a casa nova já está devastada pelo modus vivendi. Já viu como elas são nojentas de bagunçadas ANTES de o apresentador chegar?
Betinho, tô falâno… No Piauí não tem essa moleza toda. Fosse comigo, faria o mesmo. Um aninho de favela compensaria, não?
Nem precisa puxar gato…gato é coisa de carioca!
Aqui em Curitiba, se a nóvel favela tiver o amém de certos políticos, a própria COPEL trata de instalar energia elétrica, que é de graça até um “x” por mês, obra e desgraça do atual governador.
Alias, historinha:
Um ex-professor meu é procurador do município de Curitiba. Ele conta que a prefeitura de Curitiba conseguiu a reintegração de posse de uma área de manancial invadida. Só que o governo do estado NEGOU peremptoriamente o auxílio da PM para o ato, inclusive descumprindo ordem judicial.
Daí a prefeitura conseguiu que o juiz autorizasse o uso da Guarda Municipal e de empresa de segurança privada, com o acompanhamento por oficiais de justiça e promotores de justiça, para fazer a reintegração.
Entraram na favela e quando começaram a arrancar os primeiros pregos, quem chega?
Uma verdadeira coluna de uns 40 carros da PM, cada um com lotação máxima, mandando paralisar imediatamente a reintegração sob pena de fazer cantar os cassetetes! Argumento? Reintegração de posse não pode ser feita por agentes privados, mas apenas no gogó dos comandantche, porque ordem judicial não havia.
Resultado: foi necessário outra ordem judicial específica, dizendo exatamente como deveria proceder a reintegração, etc… o que levou mais 6 meses… tempo em que o número de barracos (com luz e água ligados) aumentou uns 30%.
E até hoje o governador responsável pelo absurdo dá risadas da Justiça… nem preciso dizer que governador…
E depois que você conseguir sua casa “pópria”, invada mais um terreno e reserve a área até que aqueles seus parentes mais miseráveis que você, consigam chegar em sumpaulo.
E todos continuam caminhando sem nada e fazendo MUITOS filhos para o governo dar saúde e educação.
E assim continua o moto perpétuo da pobreza eleitoreira ou da ignorância “expérrrrta” Tupiniquim.
Por favor…um lança chamas, rápido!!!!
E nós aqui pagando.
Há tempos, nas cercanias de “Small River”, espertalhões de plantão resolveram invadir um mega terreno ao lado de um condomínio fechado classe média alta que tem aqui nos rincões. Muitos vizinhos da minha casa, que têm residência fixa, própria, com água, luz e esgoto, comprou seu bom metro quadrado de plástico preto e se “instalou” no terreno, na vã esperança daquilo virar uma mega favela e ganhar um caraminguás com a venda do “lote”. Eles só não sabiam que o dono de verdade da bagaça não dormia com os olhos dos outros. Em menos de 40 dias, todos foram colocados pra fora, graças a uma liminar da justiça e a ação mais do que competente da PM. Hoje, o terrenão virou um mega condomínio de luxo, valorizou a região, inclusive com melhorias públicas. Imagina se a ideia inicial tivesse dado certo?
Mania de que pobre é necessariamente bonzinho. Bobagem! Eles estão acostumados com aquilo de que nós sentimos pena, e sabem disso. Têm todo um sistema de sobrevivência muito mais eficiente que o tradicional, e sabem tirar proveito da imagem.