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Tenho muito orgulho do circuito de Interlagos, e do fato de ser ele  sediar o GP de Fórmula-1 há tantos anos no Brazil-il-il.

Na década de 1970, início da de 1980, houve algumas idas e vindas do GP entre Jacarepaguá e Interlagos, mas a coisa acabou ficando por aqui mesmo, o que é uma pena. Para Jacarepaguá…

Isso não significa que o autódromo de Interlagos tenha sido sempre  bambambam (já falei um teco do automobilismo em SP aqui e aqui. E o site oficial do GP faz uma boa cronologia aqui). E também não significa que ele seja um monumento ao cronograma imaculado.  Mas desde o fim da década de 1980 tem havido um esforço para melhorar mais e mais o circuito e sua infraestrutura.

Sejamos sinceros: fora os ajustes que se têm de fazer ano a  ano, foi na gestão Luiza Erundáina (em 1989) que se pegou a coisa de jeito para Interlagos ser o circuito hábil para a F1 no Brasil. E em 2006 houve outra grande reforma, já na gestão kassabística. E foi Kassab também que acabou com a casa da luz vermelha longitudinal que se formava no caminho do autódromo (que mico aquilo!…).

Então, é isso : muito, muitíssimo mais importante que qualquer oba-oba de inauguração, de um evento-eventual, é a manutenção da coisa. Ela deve fazer parte do orçamento da cidade, porque um autódromo não serve apenas para sediar um evento por ano. Ele é usado constantemente, e as competições, sejam elas menores ou um Grand Prix, atraem prestígio e, o melhor, dinheiro para a cidade.

Só do serviço de helicópteros, são cerca de 45 pousos e decolagens por hora nesses dias de fervilhação. E o “bilhete” custa R$ 1.750 por passageiro. Faz as contas…

Fora a lista infinita de produtos e serviços que a cidade vende em torno do evento. Contando aí o aluguel das lajes com direito a celllveja e churrasquinho de filé-miau.

Bom pra todo mundo, cada um no seu puxadinho…

  • Photô (Antonio Lacerda, EFE): Rubinho e o resto do pessoal dando um rolê na pista. É bom esse clima na cidade, viu?

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