
Surpresa para Raquelucha:
Da Folha (p/assinantes):
A editora britânica Penguin anunciou ontem em Nova York uma joint-venture com a Companhia das Letras. O novo selo, batizado Penguin Companhia Clássicos, pretende lançar doze livros em 2010, e pretende alcançar um lançamento por quinzena, chegando mesmo a quarenta livros por ano.
A Penguin é conhecida por suas edições bem cuidadas de clássicos a preços acessíveis.
Os primeiros lançamentos serão “O Príncipe”, de Nicolau Maquiavel (com prefácio de Fernando Henrique Cardoso); “Memórias de Um Sargento de Milícias”, de Manuel Antônio de Almeida, com introdução e notas de José Murilo de Carvalho; “O Brasil Holandês”, organizado por Evaldo Cabral de Mello; e “Jorge Amado Essencial”, com seleção, introdução e notas de Alberto da Costa e Silva (este último a versão brasileira da importante subcoleção “The Portable”, uma seleção do mais relevante na obra de um autor, que no Brasil se chamará “Essencial”).
Além disso, haverá o selo Penguin Companhia, com os clássicos em língua portuguesa que não estão no catálogo da Penguin Classics. Na edição dos dois selos estarão Matinas Suzuki Jr. e André Conti.
Bem, com cantava Daaaaaalva, há um Deus, sim!
A gente aqui às voltas com um editor que não distingue um livro de um pneu recauchutado (via Denise Bottmann, não gosto de plágio), e que pelo visto já está no final de seu reinado de maldades, muito bem postas no mercado porque são “baratinhas”.
Mas vou pedir uma coisinha pra Penguin: não caiam na desgraça de adaptar as capas de clássicos para o gosto nacional. Elas costumam ser horrorosas!



Acho que vou me desmaiar… (como dizia Vovó dinda, sempre com um olho aberto para cair no macio)
Mais que uma surpresa, um presente. Muito obrigada!
Agora é: “não milarga, qui tô lôka”! vou a falência rapidinho. Socorro!
Os sais da menina! Os sais!
Raquel, rindo com a vovó Dinda…
fantastique!
Denise, há uma esperança. Aguardemos!