
Assim caminha a humanidade:
Não contei, mas semana retrasada eu passei a mão no resto dos livros de vovô que haviam ficado na garagem da tia. Era isso o combinado. Resultado: virei uma madame dos livros a metro, coisa que nunca havia cogitado e agora curto à beça: aquela estante harmônica, organizadíssima por volumes.
Outra coleção, similar à “Nosso Século”, mas que chama “Conhecer Nosso Tempo”. Ela é muito interessante também. Pena que não está tão bonita quanto à anterior. Mas não é por desleixo; é o material que não ajuda: a lombada, por exemplo, está desbotada em relação à capa. Mas está inteiraça.
Foi nessa coleçã que achei essa foto aí em cima, de um GP de Interlagos no tempo de Dom João Charuto. Nela, se percebem algumas coisas: a organização espacial do evento parecia a festa do caqui, com a patulée fotografando à vontade, pai e mãe de algum piloto praticamente encostados no carrinho do filho e a mulherada sapeando amadoristicamente, muito diferente das contratadíssimas line girls d’agora e das não tão line, não tão girls que persistem em torno desse tipo de evento. Enfim, um mafuá.
Idem a assistência e o entorno. Outro dia mamãe lembrou de um amigo do meu irmão que conhecia uma “árvore ótima” para assistir aos grandes prêmios. Não tenho registro de que meu irmão tenha se empoleirado numa dessas, tampouco tenha frequentado puxadinhos e janelinhas jeitosas na vizinhança (essas persistem firmes e fortes).
Ai, meu Deus!
Estou sabendo que Fafá de Belém mandará ver em sua versão dor-de-barriga do Hino Nacional antes da corrida deste domingo. Mas, vem cá, isso não dava azar? Passou a quizumba?
Ai meu Deus! II

A Barbara Gancia adorou as linhas do troféu desenhado por Oscar Niemeyer, embora questione sua durabilidade a curtíssimo prazo. Eu não gostei, não. Adorei essa coisa do material vegetal, e tal. Mas o desenho me evocou uma coisa meio cornuda, meio JK.



Medonho de feio o troféu!
Oscar Niemeyer nunca primou pela praticidade. Como todo bom comunista, ele gosta muito de monumentos, mas tá se lixando para as pessoas…
Tomara que Fafá traga todo seu mau-agouro com sua “interpretaçã” pra lá de duvidosa do hino nacional… Quem sabe param de vez de querer alçar o “Macarroni” a categoria de novo herói nacional…
O troféu é medonho. Parece o símbolo da Mercedes Benz quebrado… Fora essa cor estranha, parece “prástico”, uma tampa de “tupevaré” recortada. Cruzes!
Fia, acho que é dona Lili encostada no bólido…
Lili Safra ou Lili Marinho, Ricardo?
Mas é práááásssstico, mesmo, Marcelo. Desculpe, um “polímero vegetal”.
Discordo, Fábio. Niemeyer é muito prático. Bolou um desenho e usa o mesmo desde Brasília.
Não sou chegado em em “corrida de automóveis”, Lets, mas com a Fafá esculhambando o hino grotense é programa de índio mesmo. Tomara que seja atropelada.,
E tem alguma coisa que lembra aquela coisarada em Brasília…
Lets,
Arquiteto nao se preocupa com funcionalidade. So´com “estetica”. E assim mesmo a deles. Nao importando nenhuma outra opiniao. Em geral, sao todos centrados no proprio umbigo.
Mas o “plastico vegetal” parece uma coisa legal.
Caramba, eu devia ter desconfiado …
Chamou-me a atenção quando minha mãe disse: Que é isso, tão dando um chifre pros corredores?
Então, a “obra” é do Oscar Niemeyer? Se não é essa “forminha” do palácio do palnalto, é a ondinha, montanhinha …
Prático, ele, não?