Eu não. Vejo mais perigo, sinceramã, em iniciativas boazinhas.
Bem, depois de o general Augusto Heleno, Comandante Militar da Amazônia, ter sido tratado como criança não só pelo Governo Federal, mas também pelos seus superiores, parece que há algo subterrâneo acontecendo: até o governo Lula, que é meio ruim de raciocínio, resolveu enxergar o que acontece e tomar medidas pra, afinal de contas, fazer valer a a Constituição Federal e, por conseguinte, a atuação militar brasileira na Amazônia.
Do Reinaldo Azevedo, hoje:
As ONGs, a Amazônia e o general Augusto Heleno
Segundo manchete de hoje do Estadâo (aqui, link aberto), “o Planalto vai fechar o cerco às organizações não-governamentais (ONGs), na tentativa de coibir a biopirataria, a influência internacional sobre os índios e a venda de terras na floresta amazônica”. O texto informa: “A primeira ação de controle consta do projeto da nova Lei do Estrangeiro, que está na Casa Civil e será enviado ao Congresso até junho. Se a proposta for aprovada, estrangeiros, ONGs e instituições similares internacionais, mesmo com vínculos religiosos, precisarão de autorização expressa do Ministério da Defesa, além da licença do Ministério da Justiça, para atuar na Amazônia Legal. Sem esse procedimento, o ‘visitante’ do exterior terá seu visto ou residência cancelados e será retirado do País.” Podem esperar que vem gritaria por aí. HÁ NADA MENOS DE CEM MIL ONGs atuando na Amazônia, e o projeto do governo indica que ninguém sabe quem é e o que quer essa gente. Cem mil? Quer dizer que, se cada organização tiver um único indivíduo, já serão cem mil pessoas só para cuidar da região? As outras contas, vocês fazem sozinhos, né? Como se vê, não existe área mais bem cuidada no Brasil… Aí vem o ministro da Justiça, Tarso Genro, e manda ver: “Grande parte dessas ONGs não está a serviço de suas finalidades estatutárias. Muitas delas escondem interesses relacionados à biopirataria e à tentativa de influência na cultura indígena, para apropriação velada de determinadas regiões, que podem ameaçar, sim, a soberania nacional.” Ah, é? Então o general Augusto Heleno, comandante geral da Amazônia, estava certo? Mas não foi este mesmo Genro quem disse que o STF, ao sustar a operação da Polícia Federal na reserva Raposa Serra do Sol, estava agindo em função do clamor criado pela “mídia”? Espero que o tribunal, ao julgar o caso, leve, então, em consideração as palavras do próprio ministro da Justiça. Cem mil ONgs na Amazônia? Queremos saber quais são, quantas pessoas as integram, do que vivem e qual é o seu objeto. O governo estava prestes a expulsar brasileiros de terras brasileiras sem nem mesmo saber quantos são e o que fazem os estrangeiros que estão lá. O lobby dessas organizações já começa a pressionar, acusando um viés “militarista” no debate. O onguismo, com raras exceções, é um meio de vida. Hoje, já deve “empregar” milhões de pessoas. Parte considerável recebe dinheiro de fora; outro tanto mama nas tetas oficiais; outro pedaço ainda é só pretexto para abater pagamento de Imposto de Renda — já que o onguismo ligado a grandes grupos empresariais também prospera. Estranho que o país não seja ainda um paraíso, com tanta gente para nos ensinar a ser verdadeiros patriotas. O Brasil é a velhinha cega do planeta. Todo mundo quer ajudá-lo a atravessar a rua.



Há um lado nessa história da reserva que não foi contemplado pela imprensa. A ação dos antropólogos e cientistas socias (laicos e não laicos) adeptos do relativismo cultural. Essa turma é hegemônica na FUNAI e nas Universidades. Ganharam mais força com a chegada do PT ao governo federal. O seu resultado mais estrondoso é esse da reserva.
O resultado mais nefasto é não permitir que a FUNAI cumpra com seus objetivos fundadores. Hoje a FUNAI não combate o infanticídio entre os indígenas por que para os antropólgos da FUNAI a preservação da cultura indígena é mais importante do que a defesa da vida.
Há uma ONG de cristãos presbiterianos (se não me engano) chamada ATINA que cobate o infanticídio e procura salvar as crianças que por razões culturais deveriam ser mortas pelos pais. No link que segue abaixo há uma série grande reportagens sobre infanticídio. Importante notar que a morte de crianças não é um fato da natureza para os índios, como quer nos fazer crer a degenerecência relativista. Ao contrário, essa prática implica conflitos violentos que chegaram ao ponto de provocar o suicídio de pais que se recusaram a matar seus filhos. Existem sim relações de poder entre os índios e fica claro, lendo as reportagens, que elas são determinantes para obrigar os pais a seguir o costume ancestral do infanticídio.
O link:
http://vozpelavida-midia.blogspot.com/
Tentam dizer que a oposição é golpista, mas o golpismo está armado é dentro do palácio: o terceiro mandato está na cabeça de muita gente que não quer largar a rapadura.
Tambosi, conheci pelo menos umas três pessoas – e agora falo sério – que perderam seus empregos ou cujos empreendimentos iam mal que resolveram abrir uma ong. Quem perseverou nos press-releases, conseguiu, e vive disso agora.
Ah, façam um negócio com o Chavez e se livrem logo de índios, de desmatamento, o diabo a quatro! Brasileiro enche a boca pra falar da Amazônia, mas aquilo é terra de ninguém: não pesquisamos, não exploramos racionalmente, não preservamos. Só serve pra colocar a Botocùndia na imprensa mundial – e negativamente.
Vamos arrendar pro Chavez encher de guerrilheiros das Farc lá. Melhor assim. E deixa o Lula no poder, vitaliciamente. Aí podemos todos que temos vergonha na cara tomar formicida Pica-Pau e comermos capim pela raiz.
Nã, nã, ni, não, senhor Ricardo! Eu quero os americanos na amazônia! lindos, loiros e maravilhosos!!!!!