Tá tudo resolvidinho, viu? O Ministério Público de São Paulo chegou à conclusão de que o padre Julio Lancelotti foi mesmo vítima de extorsão por parte do ex-interno da Febem Anderson Batista et caterva. A sustentação dessa conclusão é bem parecida com o advogado de defesa do padre, Luis Eduardo Redhalgh, o causídico das contendas específicíssimas. O juiz deve dar a sentença nos próximos dias. Bacana, não? Ele não só se livrou de um incômodo em pouquíssimos meses como, de quebra, recebeu uma comendinha do governo e a empatia incontinenti dos defensores de sua santa e proba figura.

Nelson da Costa, advogado de defesa dos pixotes, entretanto, diz que as conclusões do ME não prejudicam a defesa, porque não há provas de extorsão, e que deve-se apurar ainda a origem da grana caridosa. Na versão dos acusados, foram 400 mil e lá vai pedrada que o padre repassou para os caras. De onde veio esse dinheiro todo, se o próprio Lancelotti diz que suas economias pessoais não passavam de 80 paus?
- Foto: Diocese de Bauru.



“o que eu pretendia escrever é impublicável…” foi o que escrevi no post anterior sobre esse safado, continua impublicável!
Eu gostaria que ele respondesse so duas perguntas:
-Da onde veio o dinheiro para pagar a extorsao?
-Porque se calou por tanto tempo?
Ah, que bom! Coitadinho, viu só como era inocentchi? Deviam dar um cartão corporativo pra ele também, né?
Desculpe fazer isto em casa alheia, Letícia, mas não dá pra evitar: cuisp!